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Antiiberistas 
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Iberista
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Nota Antiiberistas
Creo interesante el conocimiento de las opiniones contrarias al iberismo, y por ello abro este hilo con una página que me ha parecido interesante. No se si el sitio adecuado para abrir este hilo es aquí, si no lo fuera ruego a los administradores, lo trasladen donde mejor consideren

Un saludo.

http://lusotopia.no.sapo.pt/indexPTIberistas.html

Iberismo, Iberistas e Negreiros



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Portugal é um dos estados mais antigos da Europa, cujas as fronteiras se mantém inalteráveis desde o século XIII. Um caso único no mundo. A verdade é que contando com cerca de nove séculos de independência, conheceu sempre um punhado indivíduos que, aproveitando-se das situações de crise do país, se manifestam logo dispostos a venderem os seus concidadãos ou a proporem o fim do seu país.

Estamos perante um fenómeno que não sendo exclusivo de Portugal, pela repercussão que aqui sempre encontrou não possui paralelo em mais nenhum outra parte do mundo. O aspecto mais curioso desta situação, está todavia na singular complacência com que os portugueses, encaram os discursos daqueles que os transformam em meras mercadorias, negando-lhes desta forma a dignidade como seres humanos e destituindo-os de qualquer identidade cultural.

Atendendo ao facto de Portugal confinar por um lado com o mar e por outro com a Espanha, este país é apresentado como o potencial interessado no negócio tanto pelos iberistas, como pelos negreiros portugueses. A transacção com a França, Inglaterra ou Itália é desde logo descartada devido à sua distância, embora as afinidades culturais com estes países seja tanto ou mais significativa.

A razão para a emergência destes grupos de iberistas e negreiros, encontra-se na própria História de Portugal.

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Negreiros.

Portugal foi entre os século XV e XIX um dos principais Estados negreiros da Europa. Esta prática como é sabido deixou profundas marcas na cultura do próprio país. A escravatura corrompeu o escravo, mas também o senhor, embora tenha sido este o principal beneficiário do comércio. É nesta tradição que se inspiram os negreiros portugueses dos nossos dias.

Á semelhança dos negreiros que entre os séculos XVI e XIX vendiam aos espanhóis os escravos que estes careciam para as suas colónias, estes novos negreiros sob diversas formas tem proposto aos seus concidadãos vendê-los, começando por vender o país onde nasceram. A sua argumentação é quase sempre a mesma: Portugal não tem futuro, os portugueses também não. A salvação está na sua venda. Eles assumem a missão de os "resgatar" de um futuro que se apresenta como trágico.

Não raro alguns destes negreiros recorrem à argumentação desenvolvida pelos iberistas, para logo de seguida se oferecerem para negociarem a venda do país nas melhores condições. O seu preço é proporcional à imagem de decadência, miséria ou podridão que conseguirem veicular na opinião pública. Quanto pior for, maior credibilidade possuem as suas propostas. É no enfase desta dimensão estritamente mercantil que os negreiros se distinguem dos iberistas. Mais

Iberistas

O iberismo é um fenómeno típico do século XIX, que emergiu em Portugal e em Espanha, como resposta à teoria das grandes nações então em voga na Europa. Segundo o seus defensores as pequenas estariam condenadas a serem absorvidas pelas grandes, tal como teria acontecido entre os animais onde os mais fortes extinguiram os mais fracos (teoria darwinista). A unificação da Itália (anos 50) e depois da Alemanha (1871) reforçavam esta concepção política de matriz racista e totalitária.

Na década de 50 e sobretudo entre 1868 e 1874, pulularam em Portugal e Espanha iberista para todos os gostos. Os que propunha uma união ibérica sob um mesmo regime monárquico (D.Pedro V, Seribaldo de Mas, Latino Coelho), os que defendiam uma federação de Estados (Xisto Camara, Henriques Nogueira, etc) os que preconizavam a simples fusão (Ruan Valera, Oliveira Martins) ou aqueles que se contentavam com uma mera integração económica (Barbosa Leão).

Desde o século XIX até ao presente, tem-se constatado sempre uma correlação (correspondência) directa entre as crises económicas e políticas em Portugal e as esporádicas manifestações iberistas. Foi assim entre 1868-1874, em 1983 e em 2004-2006. O iberismo emerge na sociedade portuguesa como uma manifestação patológica de indivíduos que num dado momento sofreram uma forte influência espanhola ou se assumiram como agentes de interesses espanhóis. Sempre que a situação é melhor no outro lado da fronteira, a integração de Portugal em Espanha surge aos olhos dos iberistas como a solução para resolver a crise, sem trabalho.

Analisando o carácter psico-social dos iberistas constata-se que estamos perante indivíduos com um profundo problema de identidade pessoal, que frequentemente se exterioriza na questão da sua identidade nacional que a todo o custo pretendem anular. A diversidade de culturas é para o iberista algo insuportável. A individuação um mal que urge corrigir na cultura e na sociedade.

Os historiadores iberistas portugueses, por exemplo, omitem factos ou personagens, riscam do mapa localidades, atribuem feitos de portugueses a estrangeiros de forma a diminuírem a importância histórica do próprio pais. Mais

A sua estratégia auto-aniquilação começa quase sempre pela negação da diversidade das culturas. É por isso que o iberista prefere enaltecer a supremacia de certas culturas e recusar o diálogo entre os povos. É por esta razão também que a maioria dos iberistas acabaram a defender posições racistas e totalitárias, contando-se entre os primeiros proto-fascistas europeus, como foi o caso de Oliveira Martins ou António Sardinha, mas também mais antigos estalinistas como José Saramago. A matriz totalitária fascista, nazi ou estalinista está sempre presente.

Comunistas e Monárquicos Iberistas

Com o fim da ditadura e do Império Colonial (1974/1975) gerou-se na sociedade portuguesa alguma inquietação sobre o futuro do país, dado que durante séculos se havia difundido a ideia que não poderia sobreviver sem o Império. É neste contexto de alguma indefinição que vão emergir dois pequenos grupos de iberistas oriundos de duas áreas políticas aparentemente muito distintas: monárquicos e comunistas. Mais

Imprensa Promotora de Iberistas

Nas duas últimas décadas alguns orgãos de comunicação social, usando da liberdade de expressão própria de um regime democrático, tem procurado de forma sistemática abrir fracturas na sociedade portuguesa, aproveitando momentos particularmente difíceis do país. As personagens envolvidas nestas campanhas são quase sempre as mesmas e aparecem frequentemente ligadas a interesses obscuros, em geral grupos económicos espanhóis.

Estes orgãos tem procurado estimular divisões internas, tendo em vista a longo prazo conduzir ao fim da soberania e identidade cultural de Portugal, contribuindo de imediato para o seu descrédito internacional. O único beneficiário destas campanhas publicitárias é a Espanha. Trata-se de um negócio ou simples ignorância dos jornalistas?. Mais

Iberismo e Dependência Económica

Os iberistas, infiltrados no Estado português, tem procurado estrangular a economia portuguesa, confinando-a a uma dimensão regional. O seu objectivo é aumentar a dependência de Portugal face a Espanha, de forma a criar as condições para uma futura integração. A sua tese económica é simples: o mercado natural de Portugal é a Espanha.

Na verdade, ao longo de toda a história é fácil de constar que o mercado natural de Portugal foi sempre o mundo. Portugal foi justamente o primeiro Estado global do mundo, mantendo desde o século XVI relações comerciais regulares com todos os continentes.

A estratégica dos iberistas consiste precisamente em diminuir a diversificação das relações económicas do país e a diversidade da origem dos investimentos estrangeiros, privilegiando apenas a Espanha como parceiro económico de Portugal. Em virtude da influência nefasta dos iberista, Portugal tem vindo, nas duas últimas décadas, a perder quotas de exportação no seus mercados tradicionais (Inglaterra, Alemanha, EUA, etc).

O que é mais grave é que esta regionalização da economia portuguesa, tem sido acompanhada pela destruição sistemática das suas estruturas de transporte globais, nomeadamente em termos marítimos.

A perspectiva económica dos iberistas é limitada nos seus horizontes, apenas tem a propor que a economia portuguesa assuma uma dimensão provinciana e localista. Os horizontes económicos dos iberistas não ultrapassam a Península Ibérica. Não é por acaso que Oliveira Martins, um esbirro iberista no final do século XIX, tenha sido o grande obreiro de medidas anti-liberais e proteccionistas (pautas alfandegárias) que acabaram por estimular uma mentalidade empresarial fechada e avessa ao risco e inovação. Os iberistas têm medo da globalização, por isso sonham com uma integração que os protegeria da concorrência internacional, garantindo-lhes umas migalhas. A Espanha faria por eles aquilo que eles próprios não tem energia para fazer. Mais

Mentalidade Iberista

Em Portugal, os iberistas em geral manifestam-se quase sempre incomodados quando são identificados como portugueses, não apenas porque se sentem diminuídos por pertencerem a um pequeno país, no extremo da Europa e virado para o imenso Atlântico, mas sobretudo por deplorarem serem confundidos com um povo de gente que consideram inferior. A única forma para evitarem esta situação, não é contribuírem para a alterar as condições de vida da população, participarem activamente no seu desenvolvimento sócio-cultural, mas defenderem o fim do próprio país.

O iberista não propõe que os portugueses se envolvam na melhoria das suas condições de vida do seu país. Propõe-lhes uma solução mais fácil, venderem-se quando as condições de vida em Espanha são melhores que em Portugal porque dessa forma pensam lucrar alguma coisa com a transacção. O iberista trata a população portuguesa como um conjunto de prostitutas e prostitutos.

O Iberista propõe aos portugueses que desistam de desenvolverem o seu próprio país, abdiquem da sua identidade, história e projectos colectivos. Desta forma os iberistas estimulam a criação de sentimentos de inferioridade, resignação e fatalismo. Estimulam igualmente manifestações doentias de inveja perante o Outro, sobretudo entre aqueles que não tem energia para fazerem nada pelo seu país. É por isso, que no século XIX, o iberismo teve larga difusão entre o movimento cultural dos "vencidos da vida" onde eram frequentes as tendências suicidas e derrotistas.

O iberista não defende uma perspectiva internacionalista, como o fazem, por exemplo, os anarquistas, quando atacam o nacionalismo e o xenofobia propondo o fim de todas as fronteiras, uma pátria comum para toda a humanidade. O iberista também não defende a união dos portugueses com outros povos no seio da União Europeia. O seu ideal político na visão iberista de José Saramago (romance "Jangada de Pedra", 1986), passa por isolar Portugal do resto da Europa, transformando-o numa ilha perdida no meio do Oceano para ser mais facilmente engolido pela Espanha.

O iberista pretende que os portugueses se desfaçam da sua pátria e acabem com o seu país, para reforçarem a nação espanhola. O seu projecto político assenta na auto-castração do povo português.

O iberista não advoga a extinção do país através de um qualquer processo de universalização da sua identidade cultural, afirmando, por exemplo, a universalidade da condição de ser dos portugueses. O iberista não tem forças para tal. O que ele pretende é mesmo a sua auto-aniquilação, propondo aos seus concidadãos um suicídio colectivo - a integração de Portugal, por exemplo, em Espanha. Trata-se de um expediente pouco cansativo. Desta forma procura realizar aquilo que ele próprio não tem forças para o fazer: - livrar-se do fardo da sua própria existência.



Expiação do Passado

A forma como os portugueses têm ao longo dos séculos reagido aos iberistas têm variado bastante.

No passado, mais concretamente até ao século XIX, os iberistas eram frequentemente mortos. Eram vistos como elementos degenerados de um povo orgulhoso da sua história e identidade cultural. Alguns destes assassinatos ficaram célebres na História de Portugal, sendo mesmo ensinados ao longo de sucessivas gerações actos de afirmação da dignidade de um povo (consultar). O próprio Padre António Vieira, no século XVII, chega a evocar a protecção divina para este tipo de tratamento dado pelos portugueses aos iberistas.

Esta cruel reacção da população portuguesa face aos iberistas tem uma explicação humanista. O povo português manifestava desta forma violenta, aquilo que qualquer ser humano intuitivamente sente perante alguém que o trata como uma "mercadoria" ou uma "coisa": repulsa !

Na verdade, quer o negreiro, quer o iberista, não consegue ver no outro uma pessoa. O Outro é, por eles, destituído de vontade e identidade pessoal. É por isso que o iberista, nem sequer equaciona outras vontades que não a sua quando concebe a ideia de extinção de um país. Dificilmente os portugueses podiam tolerar que outros "portugueses" os tratassem dessa forma.

Com o fim do regime colonialismo, em 1975, criaram-se condições psicológicas propícias para a difusão dos discursos dos iberistas e dos novos negreiros. Há quem veja na actual complacência dos portugueses face à ignomínia de que são alvo, por parte dos iberistas e negreiros, como a manifestação de um profundo sentimento de culpa colectiva, através da qual os portugueses ao sofrerem esta ignomínia estão a expiar e a libertarem-se num processo catártico do seu passado de antigos negreiros. E neste sentido, aceitam ser tratados como coisas, porque também eles trataram outros seres como tais.

Carlos Fontes


19 Ago 2008 12:14
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Nota 
Em sembla un punt de vista miop, maniqueu i ple de prejudicis... Si fa no fa el mateix que els obsessionats pel "perill separatista" a l'estat espanyol... Nacionalisme anacrònic en un món de globalització accelerada (jo dic que vivim temps revolucionaris, encara que no ens n'adonem) fruit d'una anàlisi que parteix de premises poc acurades i llocs comuns...

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l'autonomia que ens cal
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19 Ago 2008 13:13
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Mensajes: 1853
Nota 
Ese escrito pinta un determinado tipo de iberismo, pero por exemplo non dí nada do iberismo federalista e baseado na unión libre dos pobos de iberia. Sen dubida nunha Iberia coma esa o protoganismo de Portugal seria innegable.


19 Ago 2008 23:13
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Registrado: 31 Ago 2008 01:04
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Nota 
me parece fatal que haya gente asi, y que escriban ese tipo de cosas...

¿de verdad se cree, la persona que escribio eso, todo lo que ha escrito sobre los iberistas portugueses? no tiene ni pies ni cabeza!!
y la forma de falsificar y exagerar la realidad y la historia.. es una manipulacion!!

la verdad no entiendo nada, la union iberica es algo que les deberia interesar a todos los habitantes de la peninsula... seguramente no lo hayan entendido bien, yo la verdad no soy partidario de que Portugal sea una provincia de España como defendia Saramago... quizas por esas declaraciones, y con razon, hay tantos portugueses molestos...


05 Sep 2008 23:04
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Registrado: 24 Jul 2008 14:02
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Nota 
seeh catalunya no iba a ser una provincia española i mira en 1714 hasta hoy es lo q nos convirtieron.normal q tengan miedo los portugueses no se fian de vosotros por lo q nos han hecho a los catalanes en la historia......


02 Jul 2009 19:41
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Registrado: 30 Nov 2007 20:16
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Nota 
pom escribió:
seeh catalunya no iba a ser una provincia española i mira en 1714 hasta hoy es lo q nos convirtieron.normal q tengan miedo los portugueses no se fian de vosotros por lo q nos han hecho a los catalanes en la historia......


Cataluña no es una provincia

Alli donde dices vosotros tendrias que decir "nosotros"

Y por el resto del comentario me parece bastante simple, admas muy en tu linea. Aun no he visto un comentario en el que no mencionaras a cataluña o los catalanes 2 o 3 veces.

_________________
La única Iglesia que ilumina es la que arde!


02 Jul 2009 21:22
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Registrado: 05 Jun 2009 22:02
Mensajes: 82
Nota 
Esse articulo é um ofensa a todos os iberistas integros e audazes da Peninsula

UMA GRANDE MERDA

UM DESGRAÇADO SÓ PODE ESCRIVIR ESSA INFAMÍA

Iberia Federalista

Iberia Bilingüe

Iberia Próspera

Nao é Absorçao, IBERISMO É FUSIÓN ENTRE OS DOIS

Salu2 ibéricos pra voce de :twisted: WOLVERINE :twisted:

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IBERISTA CONFESSO, GUASÓN Y KUBATERO


02 Jul 2009 21:43
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Registrado: 25 Ago 2007 14:49
Mensajes: 359
Ubicación: La Fresneda- Sieru-Asturies-Iberia
Nota 
he leído dos párrafos y no necesito más, menuda sarta de prejuicios y de desahogos, est es alguien que no le gusta el iberismo y que está frustrado, y plasma sus frustraciones en el artículo cargando contra el iberismo con una sarta de falacias y de argumentos que ni siquiera se molesta en justificar, solo enumera, eran difíciles de justificar ya de por sí, pero su vano intento pone más de manifiesto su irracionalidad.

_________________
Barbarus hic ego sum, quia non intellegator ulli.


02 Jul 2009 21:46
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Registrado: 08 Ago 2007 06:41
Mensajes: 3738
Ubicación: Triana>Sev.>And.>España> Iberia>Europa>Occidente>Tierra>Sist. Solar>Univ.
Nota 
De anti-iberistas se podría sacar una lista bastante nutrida de usuarios de youtube. No sería complicado pues la mayoría son coleguitas y se dan ánimos en sus páginas personales.

_________________
Seid umschlungen, Millionen!


02 Jul 2009 22:20
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Registrado: 24 Jul 2008 14:02
Mensajes: 212
Nota 
thalios escribió:
pom escribió:
seeh catalunya no iba a ser una provincia española i mira en 1714 hasta hoy es lo q nos convirtieron.normal q tengan miedo los portugueses no se fian de vosotros por lo q nos han hecho a los catalanes en la historia......


Cataluña no es una provincia

Alli donde dices vosotros tendrias que decir "nosotros"

Y por el resto del comentario me parece bastante simple, admas muy en tu linea. Aun no he visto un comentario en el que no mencionaras a cataluña o los catalanes 2 o 3 veces.


es que es asi...la mayoria de los portugueses antiiberistas se respaldan en el maltrato sufrido por los castellanos de los que se unieron antes a ellos...despues de estos 300 años que os pensais.......i no hablo de vosotros....los castellanos son el foco de sus quejas ellos mismos lo dicen asi q soys vosotros repito. si en lugar de españa portugal fuera
portugal cataluña crees q habria tantos detractores?pues yo creo q no...


03 Jul 2009 01:08
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Registrado: 12 Jun 2009 21:18
Mensajes: 102
Ubicación: Euskadi y Catalunya
Nota 
carlosos escribió:
De anti-iberistas se podría sacar una lista bastante nutrida de usuarios de youtube. No sería complicado pues la mayoría son coleguitas y se dan ánimos en sus páginas personales.


Tienes toda la razón, en youtube hay bastantes videos de antiiberistas que hacen propaganda con prejuicios irracionales de como "La Gran Portugal se quiere convertir en un territorio más de España"...

No les vendría mal pasarse por este foro...


05 Jul 2009 22:26
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Registrado: 24 Jul 2008 14:02
Mensajes: 212
Nota 
Eznonymo escribió:
carlosos escribió:
De anti-iberistas se podría sacar una lista bastante nutrida de usuarios de youtube. No sería complicado pues la mayoría son coleguitas y se dan ánimos en sus páginas personales.


Tienes toda la razón, en youtube hay bastantes videos de antiiberistas que hacen propaganda con prejuicios irracionales de como "La Gran Portugal se quiere convertir en un territorio más de España"...

No les vendría mal pasarse por este foro...





si pero no olvidemos que hay muchos españoles que piensan q iberia seria como un"el insurrecto que vuelve a casa arrodillado"i nanai.en fin pero a estos NPC.


07 Jul 2009 00:04
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Registrado: 10 Abr 2010 14:47
Mensajes: 26
Nota Re:
pom escribió:
i no hablo de vosotros....los castellanos son el foco de sus quejas ellos mismos lo dicen asi q soys vosotros repito. si en lugar de españa portugal fuera
portugal cataluña crees q habria tantos detractores?pues yo creo q no...

Ya ves tú, castellanos, como si quedáramos muchos...es como temer a los hunos, o a los mongoles, ya fué, ya pasó, dejad de vivir en el pasado y admitid que ni siquiera fue como lo pintáis, me recuerda un poco a los canadienses, siempre con miedo de ser invadidos por EEUU.


01 May 2010 23:11
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Iberista
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Registrado: 09 Dic 2008 22:06
Mensajes: 131
Ubicación: Almada, Ibéria
Nota Re: Antiiberistas
resumo: blá blá blá propaganda blá blá blá propaganda blá mais propaganda blá blá blá pertencemos-ao-PNR-mas-não-queremos-admitir blá blá blá.


07 May 2010 17:09
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