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Galego e portugués: bibliografía e estudos 
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Nota Galego e portugués: bibliografía e estudos
Vou probar a ver se me deixa abrir un fío.

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12 Jun 2008 18:25
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Braca, abriste este fio...e quedou baleiro de contido.





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"Todos os seres vivos tremem diante da violência. Todos temem a morte, todos amam a vida.
Projeta-te a ti mesmo em todas as criaturas. Então, a quem poderás ferir? Que mal poderás fazer?" Buda


29 Jul 2008 16:33
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História do IDIOMA GALEGO

I-Introdução

"Temos de diferenciar o que é um idioma materno de uma língua de adopção.
Por exemplo o Galego é um idioma materno para Galegos, Portugueses e de todos os Galaico-portugueses espalhados pelo mundo.
O Galego é o idioma de adopção de Angolanos, Brasileiros, Moçambicanos, São tomenses, Caboverdianos, Macaenses, Timorenses e Guineenses. É também idioma de adopção sem ser oficial em muitos territórios do mundo em especial no antigo Estado Português da Índia.
Um idioma de adopção é uma língua que já existe criada por um povo diferente sendo depois ensinada e implementada a uma região ou a um país.
Pelo contrário um idioma materno é criado durante periodos milenários e representa o expoente máximo da cultura e raizes de um povo.


II-Nascimento do Galego
Quando os romanos chegaram à peninsula Ibérica encontraram um povo com uma origem e dialeto materno comum resultado de culturas milenárias descendentes de celtas, lusitani, cónios e gróvios (mais tarde seriam também assimilados visigodos e suevos) em toda a parte ocidental atlântica.
Dividiram este povo administrativamente em duas províncias a Galécia (em latim Gallaecia ou Callaecia) e a Lusitânia (em latim Lusitania).
A Galécia ficava a norte do rio Douro. A cidade mais importante e capital histórica era Bracara Augusta, a actual cidade Portuguesa de Braga.
A Lusitânia era todo o território do actual Portugal a sul do rio Douro, a província da Estremadura Espanhola e parte da província de Salamanca. A cidade mais importante e capital histórica era Ermita Augusta actualmente a cidade de Mérida na Estremadura Espanhola. Os povos destas províncias romanas tinham já um passado comum o seu dialecto já era muito uniformizado e destinguia-se dos restantes povos da peninsula Ibérica devido à sua matris maioritariamente Celta. O Galego teve uma grande evolução a partir do século II com a assimilação do latim vulgar falado pelos romanos incorporando léxicos como: pré-celtas, celtas, basco, germânicos e provençais.

III-O Galego durante o Reino Suevo
O Reino Suevo teve início no ano de 409 e foi a mais antiga estrutura política das actuais regiões da Galiza , Norte e Centro de Portugal depois da queda do domínio romano. Este Reino é o berço do futuro Reino da Galiza não só pelo contributo da consolidação do galego como as fronteiras desde Reino e a caracterizazão humana ser praticamente a mesma do futuro Reino da Galiza e ainda hoje incluindo o norte e centro de Portugal. Foi o primeiro reino que se separou do Império romano e cunhou moeda. Os suevos eram um povo germânico que entrou no noroeste da Península Ibérica mas com pouca população. Rapidamente tomaram o controlo do território devido à grande capacidade de organização, mas com o seu número reduzido não modificaram grandemente a cultura, pelo contrário foram até assimilados. http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
As duas palavras conhecidas mais antigas escritas em Galego cunhadas em pedra “ Pai e Filho” atribui-se à época do Reino Suevo.
Os suevos introduziram o catolicismo no ano de 449 nos territórios a norte do rio Tejo ( Galiza, Norte e Centro de Portugal). http://pt.wikipedia.org/wiki/I...

Mais tarde os visigodos ocuparam o Reino Suevo, mas não alteraram nada a nível de população, língua e cultura, mantiveram as dioceses suevas de Tuy, Braga, Orense, Iria, Bretonha, Lugo, Astorga, Viseu, Coimbra, Idanha e Porto.

IV- O idioma Galego subreviveu durante a invasão muçulmana e a reconquista Cristã

Por volta de 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por não querem depender do rei de Leão e Castela ). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente.

V-O Idioma Galego durante a ocupação mulçumana e depois da independência de Portugal

O idioma galego continuou a ser o usado pelos povos do antigo Reino Suevo, mesmo durante a ocupação muçulmana da Península Ibérica. Uma língua é o resultado de sentimentos e cultura de um povo durante muitos séculos. O primeiro documento escrito que se conhece em Galego é do século IX. Por isso é considerado oficialmente o galego como idioma desta data. Neste documento perante a qualidade da escrita reconhece-se já como um idioma formado e não um simples dialecto. Essa fase já o galego teria passado há vários séculos. Pela qualidade do documento escrito em galego no século IX pensa-se que o idioma já estaria constituído deixando de ser um simples dialecto pelo menos no século VI.
O galego conhecido internacionalmente com este nome, comum à Galiza e a Portugal, teve pelo menos setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos a norte do rio Minho sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do XV provoca a colonização da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Durante pelo menos sete séculos teve uso como língua culta, fora dos reinos da Galiza e de Portugal, nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas "Cantigas de Santa Maria". A sua importância foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Média só depois do Occitano. http://pt.wikipedia.org/wiki/L...

Depois da independência de Portugal os portugueses não mudaram de idioma, continuaram a falar galego. Os próprios portugueses durante séculos ainda se consideravam galegos. http://pt.wikipedia.org/wiki/G...
Portugal era dois terços do Reino da Galiza, a idependência nada teve a ver com o querer separar-se do resto da Galiza mas sim o tornar-se independente de Leão e Castelha que tinham ocupado a Galiza. Desde a independência de Portugal até ao ano1300 , nos reinados de D. AfonsoI, D. SanchoI, D. AfonsoII, D.SanchoII e D. Afonso III os portugueses diziam que falavam GALEGO.
http://pinhoada.blogspot.com/2...

Só o Rei D. Dinis sendo poeta e escritor começou a chamar ao idioma GALEGO-PORTUGUÊS ou GALAICO-PORTUGUÊS. O Idioma continuou a ser o mesmo tanto na Galiza ocupada por Castela como em Portugal independente. http://pt.wikipedia.org/wiki/D...

VI- Séculos escuros tentativa dos Castelhanos extinguirem o idioma galego

Depois de derrotas militares dos galegos com os castelhanos por finais do séc. XIV e princípios do XV assiste-se à colonização da Galiza pelos castelhanos. Os galegos foram oprimidos económicamente e culturalmente, foi extinto o idioma galego pelos castelhanos assiste-se ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua.
http://gl.wikipedia.org/wiki/S...
A nobreza galega foi substituída por castelhanos. Os galegos passaram a ser colonizados.
http://gl.wikipedia.org/wiki/L...


Com a extinsão oficial do Galego-Português na Galiza não fazia sentido a língua continuar-se a chamar Galego-Português. O idioma passou a partir daí a chamar-se simplesmente PORTUGUÊS.

Com a extinsão oficial do galego na Galiza:
- O idioma deixou de ser escrito.
- Passou a ser falado só em casa.
- Falado maioritariamente pela população menos culta dos campos.
- Passou a ser um idioma de ouvido sujeito às maiores deturpações.
Quando em finais do século XIX altas personalidades galegas querem salvar a língua, ela não está morta mas tem muitas enfermidades resultantes da opressão castelhana durante séculos. Os galegos falam muito mal o seu idioma materno, está cheio de castelhanices e por não haver escrita muitas das palavras foram deturpadas.
Pelo contrário em Portugal a língua esteve livre de colonização, o galego foi conservado e aprefeiçoado na escrita à oralidade de origem galega/portuguesa. Por isso o IDIOMA GALEGO do SÉCULO XXI é o PORTUGUÊS de HOJE como JÁ o ERA no SÉCULO IX http://www.xornalgalicia...
Em Vieiros: http://www.vieiros.com/blog/am...

VII- A União Europeia obriga o Estado Espanhol a reconhecer as línguas minoritárias

Antes deste direito o galego era proibido. Agora o Estado tenta inventar um dialecto artificial que afaste os galegos dos seus irmãos da fala, negando-nos o direito de recuperar a nossa língua materna. Estão a fazer um crime cultural e colectivo de nos impor a troca do nosso idioma materno por um dialecto artificial de adopção. É o mesmo que obrigar um pai a rejeitar um filho saudável e adoptar um estranho defeituoso. http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de receber em canal aberto os canais de televisão portuguesa para ouvirem o seu idioma original actualizado http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de influenciar o desenvolvimento da sua língua materna: http://br.youtube...
Há políticos galegos sabem falar galego mas não o defendem http://br.youtube...
Galegos e portugueses têm a mesma origem cultural: http://br.youtube...
A Galiza é uma Nação colonizada . O galego-português na norma internacional é um meio imprescidível para a descolonização da Prátria Galega.
Se no parlamento Europeu oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?

É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e força como Nação.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por cerca de 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita em Portugal e na Galiza até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza. Só a reintegração da nossa língua materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua materna uma das mais faladas do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.
Se na Galiza se continuar a escrever o dialecto “portunhol” da RAG ou o galego-português medieval enfermizado e descaracterizado devido aos séculos escuros de opressão, o galego nunca passará de um dialecto regional isolacionista sem qualquer utilidade e por isso morrerá no tempo. Ficará somente a supremacia do idioma colonizador o castelhano. A Galiza continuará uma colónia espanhola desrespeitada até a sua própria identidade pelos e pelas espanholistas "Rosas Díez" por exemplo. http://br.youtube.com/watch?v=...
Esta senhora nunca falou quando o galego foi proibido na Galiza pelos Castelhanos. Fala agora da constituição do ocupante colonizador castelhano para legitimizar o neocolonialismo da Galiza. A Galiza é uma Nação. Só queremos viver como galegos.
Na Galiza tem de se falar o idioma GALEGO e não portunhol da RAG ou castelhano."


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23 Sep 2008 04:24
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¿Pero que trangallada é esa....? Ja, ja. Nunca tal vin na miña vida. O galego non é galego e o portugués non é portugués?. O portugués é galego e o galego está extinto en Galicia desde hai séculos? Ja, ja. Hai que ver o que fai o licor-café.


23 Sep 2008 21:09
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Brigan escribió:
¿Pero que trangallada é esa....? Ja, ja. Nunca tal vin na miña vida. O galego non é galego e o portugués non é portugués?. O portugués é galego e o galego está extinto en Galicia desde hai séculos? Ja, ja. Hai que ver o que fai o licor-café.


Não, o que acontece é que tu escreves 'castrapo', e talvez fales 'castrapo', e para ti isso é Galego. Mas para outros não o é. ;)


23 Sep 2008 21:16
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Siiiiii. Vai ser iso. Desde este foro esixo a ofcialidade para o castrapo, lingua propia de Galicia. :lol:


23 Sep 2008 22:02
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Es impuro el gallego porque ha recibido aportaciones del leonés y castellano? el dialecto del antigüo gallego que se habla en Galicia habría de desaparecer porque ha recibico influencias de idiomas con los que ha estado en contacto? Aceptarían los gallegos dejar el gallego y empezar a hablar portugués para "purificar" su lengua?


24 Sep 2008 08:37
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Es "impuro" el spanglish? Deberian depurar su lengua de barbarismos en Puerto Rico, Nuevo Mexico, etc?

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24 Sep 2008 10:19
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hanumann escribió:
Es "impuro" el spanglish? Deberian depurar su lengua de barbarismos en Puerto Rico, Nuevo Mexico, etc?


No claro que no, los idiomas no son ciencias exactas varian y evolucionan... la diferencia es que el spanglish ha sido creado socialmente en un momento en que existe normativación del idioma, a parte las distancias son cortas y los medios de comunicación internacionales por lo que todo el mundo está obligado a aprender la lengua estandar en colegios, universidades, a la hora de optar a un trabajo etc.

En Bélgica el dialecto flamenco occidental tiene gran influencia del francés y a nadie se le ocurre decir que no es puro, si no que ha recibido influencias lógicas del francés con el que está en contacto. Quizás en un futuro se vaya aproximando más al neerlandés de Holanda pero eso tampoco lo hará impuro... será fruto del acercamiento que se está produciendo entre regiones de habla neerlandesa.


24 Sep 2008 10:42
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javier escribió:
hanumann escribió:
Es "impuro" el spanglish? Deberian depurar su lengua de barbarismos en Puerto Rico, Nuevo Mexico, etc?


No claro que no, los idiomas no son ciencias exactas varian y evolucionan... la diferencia es que el spanglish ha sido creado socialmente en un momento en que existe normativación del idioma, a parte las distancias son cortas y los medios de comunicación internacionales por lo que todo el mundo está obligado a aprender la lengua estandar en colegios, universidades, a la hora de optar a un trabajo etc.

En Bélgica el dialecto flamenco occidental tiene gran influencia del francés y a nadie se le ocurre decir que no es puro, si no que ha recibido influencias lógicas del francés con el que está en contacto. Quizás en un futuro se vaya aproximando más al neerlandés de Holanda pero eso tampoco lo hará impuro... será fruto del acercamiento que se está produciendo entre regiones de habla neerlandesa.


O problema com o Galego, é que a versão oficial é uma invenção da Real Academia Galega (Espanholista por sinal). Segundo muita gente o Galego falado embora com palavras castelhanas não é o mesmo que esse defendido pela dita Academia. Já para não falar da grafia. Mas como podemos ver pessoas como o nosso colega Brigan totalmente são felizes assim (talvez tenham crescido com castelhano e nem notem a diferença). O que me preocupa nisto tudo é o Português numa possível união Ibérica claro, porque vemos o que aconteceu ao Galego. O português ao ser a língua mais próxima ao Castelhano estará mais à mercê de ser influenciado. O Catalão não tanto e muito menos o Basco. Espero que me entendam.


24 Sep 2008 10:52
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El portugués se verá influenciado por el castellano, y al revés, pero en estos momentos en que todo el mundo lee y escribe, existen medios de comunicación de masas etc no se puede dar un proceso de dialectización tan importante como el que hubo durante la Edad Media.

No se si la RAG es españolista, o si admite términos que no se utilizan en la calle en Galicia. Bracarensis y Brigan tendrán información de primera mano, yo si que he oído quejarse a grupos reintegracionistas de esto, ya lo puse en otra ocasión y no les faltará razón.

Por otro lado en España tenemos el caso del euskera batua (normativizado) creado "en laboratorio" para permitir al idioma vasco sobrevivir y promover su recuperación, ha sido una idea muy criticada pero ha salvado un idioma milenario. Por eso digo que las Academias pueden ser muy criticadas pero tienen que tomar una dirección de trabajo, quizás a la Academia gallega se la hubiera criticado aún más si intentase acercar el gallego al portugués... no lo se...


24 Sep 2008 12:41
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Vou tirar tempo de once non o teño para respostar varias das gratuítas afirmacikóns que aquí se fan
.

1.- Unha escrita é máis boa canto máis se achega á pronuncia da lingua. Por iso a grafía galega non é como a portuguesA, poisque as pronuncias de ambas as dúas linguas son diferentes.

2.- O portugués é unha lingua evoluída do galego por mor de circunstancias históricas, políticas e sociais de sobras coñecidas. A día de hoxe son linguas diferentes con diferentes tradicións gráficas e culturais.

3.- O portugués é unha "lingua de imperio" con todas as vicisitudes de lingua imperial, cousa que no sucedeu coa galega, lingua minorizada desde os fins d0 s.. XV, e xa ágrafa desde o 1521 (ultimo documento notarial en galego).

4.- As normas non son só da RAG, senón tamén do Instituto da Lingua Galega, institución lingüística da USC, de sobrado prestixio internacion al entre especialistas.

5.- As posturas reintegracionistas, saudábeis, e mesmo desexábeis, pecan dunha innecesaria belicosodade e presa, convertindo as súas propostas en consignas politizadas, alleas ao normal evoluír da lingua. Se ten que vir a reintegración, virá, pero coa súa velocidade.

6.- Os galegos mantivemos miles de anos a nosa lingua, que mesmo pareu unha lingua mundial, e seguimos a matela. Hoxe temos unha grafía coa súa tradición escrita (de moi alto nivel dentro das letras europeas) e por moito que nos apertemos, que iso estamos a facer, ao portugués, a nosa fonética, froito da historia da lingua e non da influencia do castelán, nin do leonés, nin do portugués, nunca nos levará polo camiño da grafía portuguesa, que para nós non serve.

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27 Sep 2008 04:08
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Nota 
[quote="Bracarensis"]Vou tirar tempo de once non o teño para respostar varias das gratuítas afirmacikóns que aquí se fan
.

:shock: :shock: :shock:

Creo que te hemos pillado "en caliente" Bracarensis, no se qué decir, hace tiempo que me da la sensación de que en España no se puede hablar o dialogar con personas tituladas en una determinada materia de la que son licenciados o doctores sin que te intenten decir no te metas donde no te llaman.

Es más las teorías oficiales se aceptan como dogmas de fe irrefutables. Hace un tiempo hablaba con Yves Cortez que ha escrito un ensayo titulado "Le français ne vient pas du latin", que me decía que se había sentido masacrado por varios lingüistas españoles que ni siquiera en algunos casos habían leído su ensayo.

Bien pués en este ensayo se viene a decir que las lenguas romances no vienen del latín, os invito a leerlo lo podéis encontrar facilmente en internet, o en el blog del autor, a parte existe ya la traducción al castellano, y varias páginas de internet hablan del tema, es verdaderamente interesante... el problema viene cuando el señor en cuestión no es lingüista, sino ingeniero .... imaginaros con la titulitis existente en España un señor que , sin inventar la pólvora por otro lado (ya sabemos lo de latín vulgar vs latín culto), viene a decirle a los expertos en la materia que están equivocados, que no saben mirar más allá de sus libros...

Pués bien quiero decir que me ha gustado leer lo que has escrito y que probablemente tengas razón, pero me ha sonado un poco a "aquí estoy yo" pequeños aprendices...


04 Oct 2008 14:40
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Algharb escribió:
O problema com o Galego, é que a versão oficial é uma invenção da Real Academia Galega (Espanholista por sinal).


Asegúroche que ese nin é ningún problema. Todas as linguas normativizadas ou reguladas son inventos. Ocorre igual co castelán normativo, co portugués normativo, co inglés normativo... A Academia galega non é españolista. Tan só é a Academia galega.

Citar:
Segundo muita gente o Galego falado embora com palavras castelhanas não é o mesmo que esse defendido pela dita Academia.


Ben, segundo moita xente non. Eu diría que segundo TODA a xente. De feito o galego normativo é un invento que se fixo hai relativamente poucos anos para normativizar e normalizar o idioma. No galego normativo os castelanismos, vulgarismos, etc, foron eliminados. Como ocorre tamen no castelán ou no inglés ou en todas as linguas normativas.

Citar:
Já para não falar da grafia.


A grafía galega actual é máis próxima á grafía castelán cá portuguesa. Pero tamén é case totalmente coincidente coa pronuncia. Podería ter sido doutro xeito. As razóns para teren elixido esa grafía e non outra poden ser varias, pero penso que as máis evidentes son a tradición desde o século XIX e mesmo anterior, ademáis da coincidencia pronunica-escrita. Tería sido máis complicado se tivesemos que aprender unha nova grafia moi distinta da pronuncia. Aínda así, eu son partidario de que se modifique a grafía actual por outra máis próxima á portuguesa en aspectos como o nh ou o lh que non mermaría a identidade pronuncia-escrita.

En canto á Real Academia Galega e o Instituto da Lingua Galega que elaboraron as normas actuais do galego, penso que fixeron un moi bo traballo limpando a lingua de toda canta perrallada e lixo estaba inzada. Hoxe en día un galego que use a lingua normativa en vez da lingua oral real, chea de castelanismos, vulgarismos, hiperenxebrismos… está empregando un mellor galego.

Citar:
Mas como podemos ver pessoas como o nosso colega Brigan totalmente são felizes assim (talvez tenham crescido com castelhano e nem notem a diferença).


Con respecto á grafía xa digo que me gostaría un cambio. En canto á lingua falada, o galego non é exacgtamente portugués. Hai moitas palabras portuguesas que non se usan e nunca se usaron en Galicia. A lingua normativa actual está limpa de castelanismos, pero tamén de lusismos. Penso que niso é unha lingua bastante equilibrada e que reflicte únicamente o que de galego ten o galego.

Citar:
O que me preocupa nisto tudo é o Português numa possível união Ibérica claro, porque vemos o que aconteceu ao Galego. O português ao ser a língua mais próxima ao Castelhano estará mais à mercê de ser influenciado. O Catalão não tanto e muito menos o Basco. Espero que me entendam.


Se o galego no pasado foi influenciado en grande medida polo castelán foi por non ser unha lingua normalizada, nin de estado, nin oficial, nin de prestixio. Non ocorre iso co portugués. Nunha Unión Ibérica o portugués seguirá sendo o que é agora. Nada ten por qué cambiar.


05 Oct 2008 15:08
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Obrigado colega Brigan pelos teus esclarecimentos, fiquei a entender melhor a tua posição/ponto de vista.

Saudações cordiais


05 Oct 2008 17:29
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