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Diferenças com Espanha: Ministro demite-se 
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Iberista

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Nota Diferenças com Espanha: Ministro demite-se
Incidente no debate do estado da Nação
Manuel Pinho faz chifres para bancada do PCP
02.07.2009 - 17h59 Maria José Oliveira, Nuno Simas

É o caso do debate do estado da Nação de hoje. Tudo porque o ministro da Economia, Manuel Pinho, fez um gesto, colocando os dedos indicadores na testa, a imitar chifres, dirigindo-se a Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP. Manuel Pinho reuniu-se, entretanto, com os ministros Augusto Santos Silva e Pedro Silva Pereira numa das salas do Governo, mas nada se sabe sobre o encontro.

O debate era sobre a situação das Minas de Aljustrel e Bernardino Soares lembrou que Pinho teria ido à vila alentejana “dar um cheque”. Foi então que o ministro reagiu com o gesto que deixou os comunistas e bloquistas ofendidos.

Pouco tempo depois, já o Bloco de Esquerda, partido que estava a usar da palavra no debate, também exigia um pedido de desculpa. Por essa altura, já o Bloco pusera a circular uma imagem de Pinho com os dedos na testa. Foi o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, que admitiu tratar-se “de um excesso”, a pedir desculpas ao PCP. Bernardino Soares aceitou as desculpas.

Manuel Pinho admitiu o excesso – “excedi-me” – e abandonou a Assembleia. Questionado pelos jornalistas, ao abandonar o hemiciclo, Manuel Pinho reconheceu tratar-se de “um gesto desesperado”, mas recusou que o incidente seja suficiente para deixar o Governo. “Absolutamente, sobretudo enquanto safar postos de trabalho”, disse Pinho, que lembrou o esforço – “passámos muitas noites sem dormir” – para tentar “salvar” postos de trabalho nas minas de Aljustrel.

Bernardino Soares afirmou que este caso “é uma triste marca para o debate da Nação”. Depois do pedido de desculpas de Santos Silva, o deputado comunista não falou a Pinho que se terá limitado a acenar com a mão em pedido de desculpas.

Entretanto, Manuel Pinho - que regressou ao debate mas saiu para reunir com Santos Silva e Silva Pereira - já pediu desculpas pessoais a Francisco Louçã, mas o líder bloquista insiste num pedido formal no plenário.

Notícia actualizada às 18h54

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02 Jul 2009 20:01
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Iberista

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Estado da Nação
José Sócrates aceitou a demissão de Manuel Pinho
02.07.2009 - 19h34 Romana Borja-Santos

O primeiro-ministro, José Sócrates, aceitou hoje a demissão do ministro da Economia, Manuel Pinho, na sequência do incidente na Assembleia da República, durante o debate do estado da Nação. A pasta ficará a cargo do actual ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

Em causa está o gesto de Manuel Pinho em que este colocou os dedos indicadores na testa, a imitar chifres, dirigindo-se a Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP. Recorde-se que o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, a quem se dirigiu o gesto, tinha feito saber que considerava que o ministro se devia demitir.

Já antes o primeiro-ministro tinha feito durante o debate do estado da Nação uma declaração inédita onde condenou o comportamento “inaceitável” do ministro da Economia. “É meu dever apresentar um pedido de desculpas”, disse José Sócrates aos deputados e à Assembleia da República, em nome do Governo.

“É um acto de um membro do Governo é inaceitável e que lamentamos profundamente”, acrescentou José Sócrates, depois de Manuel Pinho ter colocado os dedos indicadores na testa, a imitar chifres, dirigindo-se a Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP. E sublinhou: "Bem sei que o senhor ministro já disse estar arrependido. Mas nada justifica o acto".

Também o líder parlamentar socialista considerou o “acto inaceitável” e lamentou “profundamente” o “acto de um membro do Governo”. Contudo, Alberto Martins congratulou-se com a atitude de José Sócrates, por enquanto chefe do Executivo ter feito um pedido de desculpas formal no Parlamento. Por sua vez, o presidente da Assembleia da República, depois de ter ouvido todas as bancadas a propósito do “insólito” incidente disse que “na relação formal com a Assembleia” o dá por sanado. Jaime Gama insistiu, ainda assim, que aquilo a que se assistiu foi “lastimável” e “não devia ter ocorrido”.

Antes de o primeiro-ministro falar, o líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, exigiu um pedido de desculpas formais pelo gesto de Manuel Pinho no Parlamento e que o Governo tire consequências políticas do que aconteceu. “É intolerável e anti-democrático”, disse Rangel.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, exigiu que o primeiro-ministro se demarque do gesto de Manuel Pinho no debate do estado da Nação. “Se o primeiro-ministro se vai demarcar de um gesto que foi feito que o faça aqui [no hemiciclo parlamentar] e não lá fora aos jornalistas”, disse Paulo Portas durante o debate. Também Ana Drago, do Bloco de Esquerda, afirmou que este incidente mostra “que ministros que não sabem estar neste debate, não devem estar neste debate”.

Notícia em actualização

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Última edición por *** el 02 Jul 2009 20:04, editado 1 vez en total



02 Jul 2009 20:01
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Estado da Nação
Sócrates: “Nada do que tivesse sido dito justifica o acto do ministro”
02.07.2009 - 19h18 Romana Borja-Santos
O primeiro-ministro fez durante o debate do estado da Nação uma declaração inédita onde condenou o comportamento “inaceitável” do ministro da Economia. “É meu dever apresentar um pedido de desculpas”, disse José Sócrates aos deputados e à Assembleia da República, em nome do Governo.

“É um acto de um membro do Governo é inaceitável e que lamentamos profundamente”, acrescentou José Sócrates, depois de Manuel Pinho ter colocado os dedos indicadores na testa, a imitar chifres, dirigindo-se a Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP. E sublinhou: "Bem sei que o senhor ministro já disse estar arrependido. Mas nada justifica o acto".

Também o líder parlamentar socialista considerou o “acto inaceitável” e lamentou “profundamente” o “acto de um membro do Governo”. Contudo, Alberto Martins congratulou-se com a atitude de José Sócrates, por enquanto chefe do Executivo ter feito um pedido de desculpas formal no Parlamento.

Por sua vez, o presidente da Assembleia da República, depois de ter ouvido todas as bancadas a propósito do “insólito” incidente disse que “na relação formal com a Assembleia” o dá por sanado. Jaime Gama insistiu, ainda assim, que aquilo a que se assistiu foi “lastimável” e “não devia ter ocorrido”.

Antes de o primeiro-ministro falar, o líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, exigiu um pedido de desculpas formais pelo gesto de Manuel Pinho no Parlamento e que o Governo tire consequências políticas do que aconteceu. “É intolerável e anti-democrático”, disse Rangel.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, exigiu que o primeiro-ministro se demarque do gesto de Manuel Pinho no debate do estado da Nação. “Se o primeiro-ministro se vai demarcar de um gesto que foi feito que o faça aqui [no hemiciclo parlamentar] e não lá fora aos jornalistas”, disse Paulo Portas durante o debate.

Também Ana Drago, do Bloco de Esquerda, afirmou que este incidente mostra “que ministro que não sabem estar neste debate, não devem estar neste debate”.

Recorde-se que o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, a quem se dirigiu o gesto, já fez saber que considera que o ministro se devia demitir.

Manuel Pinho não voltou a entrar no hemiciclo e no seu lugar está agora sentado Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio.

http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... id=1389974


02 Jul 2009 20:03
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Aljustrel: I’M SGPS vai investir mais de 80 ME nas minas e promete arrancar laboração dentro do prazo

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O investimento da I’M SGPS nas minas de Aljustrel vai ser superior a 80 milhões de euros e o arranque da laboração deverá começar dentro do prazo inicialmente previsto (Agosto), garantiu à Lusa o administrador da empresa Carlos Martins.

O administrador das Pirites Alentejanas, que detém com o irmão Jorge Martins a I’M SGPS, assegura que os prazos para a entrada em funcionamento das minas estão a ser cumpridos, que está a ser comprado novo equipamento e a serem contratados novos trabalhadores.

“Estamos a falar de um investimento de mais de 80 milhões de euros nesta fase, mas é um número que ainda não está fechado”, afirmou Carlos Martins em declarações à agência Lusa.

“Comprometemo-nos em Fevereiro a colocar a mina dentro de seis meses em funcionamento e estamos a prosseguir esse objectivo”, sublinhou.

“Estamos a admitir pessoas com um planeamento calendarizado, os activos da mina são hoje superiores ao que eram na data em que a comprámos e vamos continuar a comprar equipamento”, acrescentou.

Carlos Martins atribui os protestos de “alguns trabalhadores da mina” a uma “guerra política”.

“Isto que se está a passar é uma guerra politica que não vamos alimentar”, afirmou, referindo-se à presença hoje no ministério da Economia dos representantes da comissão de trabalhadores e do sindicato dos mineiros.

“Estamos a fazer o nosso trabalho, a mina vai trabalhar mais rápido do que pensam. Temos o nosso plano, comprámos a mina porque queríamos e sem fazer nenhum favor ao Governo”, defendeu.

Carlos Martins admite que têm sido vendidos equipamentos mas afirma que se trata de um acto de gestão corrente, justificando ainda a medida com a transformação das minas de zinco em minas de cobre.

“Confirmo que foram vendidos equipamentos porque nós vamos focalizar a nossa actividade no desenvolvimento mineiro assente no cobre. Os equipamentos que foram vendidos não têm a ver com o ‘core business’ da actividade”, afirmou.

“Os equipamentos que vendemos são equipamentos que são subcontratáveis a preços muito mais interessantes do que os ter nos activos, mas isto é gestão corrente”, acrescentou.

Para prosseguir esse objectivo, Carlos Martins revelou que “na próxima semana vai dar entrada o primeiro projecto de cobre de Feitães e depois vai dar entrada o projecto de cobre do Moinho”.

Segundo o administrador, a transformação das minas de zinco em minas de cobre “vai implicar muito mais investimento” porque o cobre está a um nível mais profundo, sendo necessário “abrir mais galerias e fazer transformações ao nível da lavaria”.

“Estamos a encomendar equipamento de perfuração mineira, já comprámos software novo e tudo o que é ‘core’ estamos a comprar”, revelou.

Quanto aos trabalhadores, Carlos Martins afirmou que “já estão mais seis pessoas a trabalhar desde que adquirimos a mina e já estão mais 12 contratadas para entrar ao longo dos próximos meses”.

“Vamos criar mais postos de trabalho directos do que os que as pessoas imaginam”, prometeu.

Relativamente à falta de actividade da mina do Gavião, o administrador afirmou que a mina ainda não é um activo das Pirites Alentejanas.

“É um activo da EDM [Empresa de Desenvolvimento Mineiro ], detida pelo Estado, e é uma questão que será tratada a seu tempo”, acrescentou.

Carlos Martins confirmou que a mina de cobre do Gavião foi “prometida como contrapartida”, mas “como verificámos que ainda havia cobre para extrair nas outras duas minas é por aí que vamos começar”.

Os mineiros de Aljustrel foram hoje ao ministério da Economia expressar as suas preocupações relativamente à venda de equipamentos mineiros e ao atraso no arranque da laboração das minas.

A venda da Pirites Alentejanas à I’M SGPS pelo anterior proprietário, Lundin Mining, foi concretizada a 5 de Fevereiro.

ACF.

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02 Jul 2009 23:33
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El ministro de Economía de Portugal dimite tras llamar cornudo a un diputado
La caída de Manuel Pinho se produce a poco más de dos meses de las elecciones y debilita aún más el Gobierno socialista

FRANCESC RELEA - Lisboa - 02/07/2009

La fragilidad política del primer ministro portugués, José Sócrates, ha aumentado con un escándalo mayúsculo en el Parlamento, que provocó la dimisión del ministro de Economía, Manuel Pinho. Pésima señal en la recta final de la Legislatura, a poco más de dos meses de las elecciones. La Asamblea de la República, en sesión plenaria, realizaba el último debate parlamentario antes de vacaciones sobre el Estado de la Nación, en el que la oposición en bloque, derecha e izquierda, condenó la política del Gobierno socialista.

El diputado Bernardino Soares, portavoz del grupo parlamentario comunista, estaba en el uso de la palabra, cuando desde su escaño en el banco del Gobierno, el ministro Pinho gesticuló ostensiblemente colocando los dedos índice en la cabeza, para llamar cornudo al diputado del PCP. El debate era sobre la difícil situación que atraviesan las minas de zinc de Aljustrel, en la región de Alentejo.

Soares dijo que el ministro había visitado aquella localidad para entregar cheques. Como respuesta, el ministro hizo el gesto que provocó una sonora protesta en la Cámara, sobretodo en los escaños comunistas y del Bloco de Esquerda, profundamente ofendidos. La cascada de protestas desde todas las filas políticas parecía interminable.

Las disculpas no tardaron en llegar, primero del ministro de Asuntos Parlamentarios, Augusto Santos Silva, que reconoció el "exceso" de Manuel Pinho, y después en boca del jefe de Gobierno, José Sócrates. El ministro en cuestión admitió su error y abandonó la sala. Ante los periodistas dijo que fue "un gesto desesperado". El PCP y el Bloco de Esquerda exigieron la dimisión. El resto de grupos parlamentarios reclamaron disculpas de parte del afectado y del primer ministro.

En un gesto inédito, José Sócrates, condenó el comportamiento de su ministro, que calificó de "inaceptable", y pidió públicamente disculpas en nombre del Gobierno a la Asamblea de la República. "Sé que el señor ministro ya ha dicho estar arrepentido, pero nada justifica aquel acto". Poco después, el primer ministro aceptó la dimisión de Pinho, cuyo puesto será ocupado por el actual titular de Finanzas, Fernando Teixeira dos Santos.

http://www.elpais.com/articulo/internac ... int_19/Tes


03 Jul 2009 00:16
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Vaya panorama político que tiene Portugal, aunque estoy seguro que si pasa eso en España, el ministro no dimite e incluso subrayaría su acto.

Y con este panorama, si con los resultados de las elecciones europeas se veía que el PSD ganaría las legislativas de septiembre, ahora parece que serán capaces de arrasar sobre el PS. La duda sería si necesitaría al CDS-PP como socio de gobierno o será capaz de obtener una mayoría absoluta como las del gobierno de Cavaco Silva.

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03 Jul 2009 00:27
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Aquí la foto del personaje en su momento de gloria.

Recuerdo que hace poco en Italia ese personaje que se gastan como primer ministro le dijo lo mismo al jefe de la oposición cuando éste le acusaba de tirar por tierra la reputación del país por sus escándalos.

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03 Jul 2009 12:07
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