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Eleições legislativas portuguesas de 2009 
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Nota Eleições legislativas portuguesas de 2009
He decidido crear este tema ante la cercanía de las elecciones legislativas portuguesas que se celebrarán el 27 de septiembre de 2009.

Tomei a decisão de criar este tópico para que a proximidade das eleições gerais Português a ser realizada em 27 de setembro de 2009.

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02 Ago 2009 10:53
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PSD à frente do PS na primeira sondagem depois das europeias

A primeira sondagem pós-europeias feita pela Marktest para o Semanário Económico e TSF mostra um empate técnico mas põe, pela primeira vez, Ferreira Leite à frente de Sócrates.


Ferreira Leite como primeira-ministra. Um governo minoritário. PSPSD praticamente empatados em número de deputados na Assembleia da República e com poucas alternativas para fazer coligações à direita ou à esquerda, que garantam uma maioria parlamentar. Se as eleições legislativas fossem hoje, seria este o retrato do país segundo a sondagem da Marktest para o Semanário Económico e TSF.

A três meses das eleições legislativas, e três semanas depois das europeias, o PSD passa pela primeira vez para a frente do marcador que dita o novo Governo. Num jogo em que o empate técnico continua a marcar a análise, a sondagem dá agora uma ligeira vantagem ao partido de Ferreira Leite, que sobe sete pontos em relação ao mês passado (de 28,3% para 35,8%) e vê os socialistas perderem dois pontos nas intenções de voto (de 36,3% para 34,5%). Resultados que mostram também um Bloco Central cada vez mais forte (70,4%). É o regresso da bipolarização do sistema político, com os partidos dos extremos a perderem alguma da força que registaram nas europeias.

Datos del sondeo en porcentaje de votos:

PSD: 35.8 %
PS: 34.5 %
- BE: 13.1 %
- CDU: 9.4 %
- CDS/PP: 4.4 %


Noticia publicada por Económico el 27/06/2009: http://economico.sapo.pt/noticias/psd-a ... 13872.html

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02 Ago 2009 11:01
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Sondagem: PS perde para todos

A queda nas intenções de voto do PS e a subida do PSD, colocam estes dois partidos em empate técnico, apesar da ligeira vantagem dos socialistas.


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Os valores (3,7%) da queda do PS segundo dados da projecção e em comparação com o Barómetro de Maio parecem transferir-se directamente para os restantes partidos que crescem nas intenções de voto, são praticamente a soma da subida dos restantes partidos: 2,5 % para o PSD, 0,5%, para a CDU, e 0,5% para o CDS/PP.

Só o Bloco de Esquerda acompanha o PS na descida das intenções de voto, ainda assim registando uma percentagem muito próxima da alcançada nas europeias. Isto tudo para uma margem de erro de 3,06%.

Esta queda dos socialistas foi precedida por um acto eleitoral - eleições europeias - em que o partido do Governo teve a pior votação de sempre, não atingindo um milhão de eleitores, e registando uma percentagem de 26,6%.

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Sem fazer comparações que seriam ilegítimas, a verdade é que o rescaldo das eleições europeias, designadamente os resultados do PS e do PSD, podem ter tido os seus efeitos nos resultados deste barómetro, já que a evolução das intenções de voto atingem valores consideráveis nestes dois partidos (PS e PSD).

Quer os partidos à esquerda do PS (CDU e Bloco de Esquerda) quer o CDS/PP consolidam posições com valores muito próximos dos alcançados nas eleições europeias: o BE com 9,6%, a CDU com 9,7% e o CDS/PP com 7,4%. Registe-se que os partidos à esquerda do PS somam cerca de 20% das intenções de voto dos inquiridos, um valor quase 50% superior ao verificado em 2005.

Já quanto aos partidos situados à direita dos socialistas, PSD e CDS/PP somam 40% das intenções de voto, o que significa uma subida de 9% relativamente a 2005, mas insuficiente para uma maioria de direita como a verificada em 2002, altura em que estes dois partidos formaram governo com uma maioria parlamentar de 48,93%. Já o PS somado a PCP e BE (54,4%) conseguem maioria absoluta, apenas ultrapassada pelo bloco central (PS/PSD) com 68,1%.

Registe-se ainda que neste barómetro os indecisos situam-se nos 19,5% e a taxa dos que não sabem e não respondem atinge os 16,7%.

José Sócrates: Animal ferido

O primeiro-ministro, cujos níveis de popularidade em Maio registavam um saldo (diferença entre avaliações positivas e negativas) de 18,4% sofrem, neste barómetro, uma quebra acentuada passando a ter um saldo de 7,8%.

Já a popularidade do líder do Bloco de Esquerda sobe ligeiramente para um saldo de 6,9 ficando a menos de um ponto de Sócrates. Idêntica evolução teve a popularidade do presidente do CDS/PP, Paulo Portas que regista um saldo de 4,7, mais um ponto que o verificado em Maio.

Subidas acentuadas tiveram Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa. Ambos registavam em Maio saldos negativos (Ferreira Leite -10,8 e Jerónimo de Sousa -7,8).

No actual barómetro os dois passam a ter saldos positivos: a presidente do PSD com 3,8% e o secretário-geral do PCP com 4,5%.


FICHA TÉCNICA

Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 25 a 30 de Junho de 2009. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados, entre as 19 horas e as 22 horas.

O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa.

A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,5%; A.M. do Porto - 14,8%; Centro - 29,3%; A.M. de Lisboa - 26,0%; Sul - 9,4%), num total de 1.024 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1.230 tentativas de entrevistas e, destas, 206 (16,7%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião.

Foram validadas 1.024 entrevistas, correspondendo a 83,3% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino - 51,3%; Masculino - 48,7%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos - 21,4%; dos 31 aos 59 - 53,1%; com 60 anos ou mais - 25,5%).

O erro máximo da Amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.


Noticia publicada por Expresso el 02/07/2009: http://aeiou.expresso.pt/sondagem-ps-pe ... os=f524166

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02 Ago 2009 11:09
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PS e PSD com empate técnico

Sondagem: Maiores partidos em igualdade


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Se as eleições fossem hoje, Sócrates e Ferreira Leite ficariam empatados


Duas décimas separam PSPSD nas intenções de voto para as legislativas, o que significa que, se as eleições fossem hoje, José Sócrates e Manuela Ferreira Leite registariam um empate técnico. Mas, segundo a sondagem CM/Aximage, os portugueses continuam a confiar mais no líder socialista para ocupar o cargo de primeiro-ministro.

Um mês após as eleições europeias, o PS registou uma queda acentuada de 4,8 pontos percentuais nas intenções de voto legislativo, ficando-se pelos 30,5%. Pelo contrário, o PSD registou uma ligeira subida e alcançou 30,3 % e um empate técnico com os socialistas.

A demissão de Manuel Pinho e a polémica do negócio entre a PT e a Prisa sobre a Media Capital, que detém a TVI, poderão ter ‘custado’ alguma erosão a José Sócrates, uma vez que a semana em que decorreu a sondagem (dias 1, 2, 3 e 6 de Julho) ficou marcada pelos dois assuntos. A demissão do ex-ministro da Economia, na sequência de um gesto insultuoso na Assembleia da República, ocorreu no dia 2.

O BE foi o partido que registou a maior subida nas intenções de voto, consolidando-se como a terceira força política: 13,3 %. Também a coligação CDU subiu para 9,5%, enquanto o CDS desceu ligeiramente para 6,1%.

Os portugueses continuam a preferir Sócrates para chefe de Governo. Questionados sobre se tem mais confiança em José Sócrates ou em Manuela Ferreira Leite para primeiro-ministro, 42,4% dos inquiridos escolheu o líder do PS e 29,1% a líder social-democrata.

PORMENORES

DESILUSÃO

A maioria dos portugueses está desiludida com a actuação do Governo. Segundo a sondagem CM/Aximage, 53,6% considera que o Executivo está a actuar 'pior do que esperava'.

FRANCISCO LOUÇÃ

Francisco Louçã é o líder partidário com melhor nota: 13,7. Numa escala de zero a 20, Jerónimo de Sousa obteve 10,9 e Paulo Portas 10,5. Só Manuela Ferreira Leite e José Sócrates têm nota negativa: 9,4 e 7,5, respectivamente.

PRESIDENTE

Os portugueses estão satisfeitos com a actuação do Presidente da República: 65,9% disse que Cavaco Silva tem actuado 'bem' e atribuiu ao Chefe de Estado um 15,6.

ESTACA ZERO: A Opinião de Jorge Sá PSPSD partem empatados para as próximas eleições legislativas, o que significa que a vitória de um ou de outro dependerá de muitos factores, em boa parte incontroláveis.

A campanha eleitoral já iniciada irá trazer-nos mais surpresas, decoradas de comunicação política negativa. Outros eventos marcarão a agenda, uns com origem institucional, outros externos à política, como, por exemplo, a ameaça que o surto de gripe A já faz pairar sobre a participação eleitoral.

Tal como agora, em Julho de 2008, PSPSD estavam empatados, criando-se posteriormente uma forte diferença a favor do PS, que entrou em 2009 com um avanço de 14 pontos.

Na confiança para primeiro-ministro, que poderá vir a pesar na decisão de muitos eleitores, Sócrates tem agora um avanço de 13 pontos sobre Ferreira Leite, quando há um ano a sua vantagem era apenas de 3 pontos.

No entanto, em Março passado, Sócrates atingiu o máximo de 28 pontos (48,3% contra 20,5%), o que revela o vigor da nova dinâmica gerada pelas europeias, com Ferreira Leite a recuperar, num curto espaço de três meses, mais de metade da enorme diferença que então a separava de Sócrates.

BARÓMETRO MENSAL

- - - - - - - - - - - PS - - - - PSD
JULHO - - - - - - 32,5 - - - 32.0
AGOSTO - - - - 33.1 - - - 31.1
SETEMBRO - - - 35.7 - - - 28.9
OUTUBRO - - - - 38.0 - - - 28.5
NOVEMBRO - - - 38.6 - - - 26.1
DEZEMBRO - - - 37.9 - - - 25.9
JANEIRO - - - - 37.3 - - - 23.3
FEVEREIRO - - - 38.2 - - - 23.8
MARÇO - - - - - 38.3 - - - 24.0
ABRIL - - - - - - 38.1 - - - 25.1
MAIO - - - - - - - 37.3 - - - 26.7
JUNHO - - - - - - 35.3 - - - 29.8
JULHO - - - - - - 30.5 - - - 30.3

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel. Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 749 entrevistas efectivas: 339 a homens e 410 a mulheres; 192 no interior, 265 no litoral norte e 292 no litoral centro sul; 225 em aldeias, 230 em vilas e 294 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral. Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 1, 2, 3 e 6 de Julho de 2009, com uma taxa de resposta de 68,3%. Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 749 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,018 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 3,60%). Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.


Noticia publicada por Correio da Manhã el 10/07/2009: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000090

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02 Ago 2009 11:16
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Sondagem: Indecisão a dois meses do voto

O empate técnico entre os dois maiores partidos (PS e PSD) e a elevada percentagem dos inquiridos que não sabem ou não respondem (22,8%), a dois meses do acto eleitoral são as principais conclusões do Barómetro de Agosto.


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A elevada percentagem de indecisos no Barómetro de Agosto (22,8% Não Sabem ou Não Respondem), a menos de dois meses das eleições, é um sinal preocupante para os maiores partidos, mais penalizados com a abstenção.

Outra das conclusões aponta para o empate técnico entre PSPSD, que volta a repetir-se, mas agora com valores mais próximos dos verificados em Julho. Desta vez O PS, que lidera as intenções de voto, fica apenas a 1,5% (valores em bruto) do PSD. Ambos descem nas intenções de voto, seguindo, de resto, uma tendência apenas quebrada pelo CDS/PP (+1,1%) e pelo BE (+0,4%).

Com este resultado os pequenos partidos com representação parlamentar assumem maior importância numa solução governativa. Se a direita (PSD e CDS/PP) está longe de um resultado que permita formar governo maioritário, também a esquerda não consegue estabilidade parlamentar apenas com um entendimento a dois, seja PS/BE ou PS/CDU.

Só mesmo uma solução a três (PS, BE e CDU), poderia garantir maioria de deputados. Outra solução seria o bloco central, ainda que contrariada pela tendência dos últimos barómetros.

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As melhoras na popularidade do Ministério Público

A Procuradoria-Geral da República e a Magistratura Judicial registam, neste barómetro, uma subida considerável de opiniões positivas por parte dos inquiridos. Para isso podem ter contribuído os recentes desenvolvimentos nos processos BPN e Freeport. Ainda assim continuam com indíces de popularidade negativos, mas mais próximos da avaliação do Governo.

Em matéria de popularidade Cavaco Silva continua a liderar, apesar da quebra registada este mês.

Entre os líderes dos partidos, José Sócrates é o mais bem cotado seguido por Francisco Louçã e Paulo Portas. Mais apreciações positivas do que negativas têm também Jerónimo de Sousa e Manuela Ferreira Leite.

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Ficha Técnica

Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 23 a 28 de Julho de 2009. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados, entre as 19 horas e as 22 horas. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 21,5%; A.M. do Porto - 14,3%; Centro - 29,2%; A.M. de Lisboa - 25,2%; Sul - 9,8%), num total de 1.036 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1.233 tentativas de entrevistas e, destas, 197 (16,0%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. Foram validadas 1.036 entrevistas, correspondendo a 84,0% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino - 52,9%; Masculino - 47,1%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos - 21,4%; dos 31 aos 59 - 52,6%; com 60 anos ou mais - 26,0%). O erro máximo da Amostra é de 3,04%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.



Noticia publicada por Expresso el 31/07/2009: http://aeiou.expresso.pt/sondagem-indec ... to=f528427

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02 Ago 2009 11:22
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Maioria defende coligação caso não haja maioria absoluta

Quase 60 por cento dos portugueses defendem um governo de coligação caso não haja maioria absoluta nas legislativas, revela o Barómetro TSF Económico. Segundo este barómetro, PSPSD estão praticamente empatados, com o Bloco de Esquerda a aparecer bastante destacado como terceira força política.


Quase 60 por cento dos inquiridos do Barómetro TSF Económico defendem que um governo de coligação é o melhor caso não haja maioria absoluta, com apenas 23 por cento a pretender um governo minoritário neste caso.

A ideia de uma coligação é apoiada pelos eleitores do PSPSD, com apenas 30 por cento dos votantes socialistas a defenderem a hipótese de um governo minoritário, algo que recolhe ainda menos apoio entre o eleitorado social-democrata.

Este barómetro conclui ainda socialistas e sociais-democratas obteriam um resultado muito parecido caso as legislativas marcadas para 27 de Setembro fossem hoje, mas agora com o PS a passar para a frente com 35,5 por cento contra os 34,2 do PSD.

O Bloco de Esquerda amplia a sua vantagem sobre a CDU recolhendo 14,3 por cento das intenções de voto, quase o dobre da coligação liderada pelos comunistas, que fica apenas com 7,4 por cento. O CDS mantém os 4,4 por cento.

Em termos de popularidade, Cavaco Silva atinge um dos valores de aprovação mais altos de sempre com quase 70 por cento de opiniões positivas, muito acima de Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa e Paulo Portas.

Só depois aparecem José Sócrates, que conseguiu ganhar três pontos, e Manuela Ferreira Leite, que subiu um ponto em termos de popularidade.

Ficha técnica:

Esta sondagem da Marktest para a TSF e o Económico efectuou entre 23 e 26 de Julho, com o objectivo de analisar a intenção de voto nas eleições legislativas e de saber se os inquiridos defendem um governo minoritário ou uma coligação se nenhum dos partidos obtiver a maioria absoluta nas legislativas.

O Barómetro tem como universo 811 inquiridos de Portugal Continental com mais de 18 anos e que habita em residências com telefone fixo. Foram feitas 163 entrevistas na Grande Lisboa, 89 no Grande Porto, 131 no Litoral Centro, 159 no Litoral Norte, 177 no Interior Norte e 92 no Sul.

O intervalo de confiança desta sondagem é de 95%, e a margem de erro de 3.46%.


Datos:

PS: 35.5 %
PSD: 34.2 %
- BE: 14.4 %
- CDU: 7.4 %
- CDS/PP: 4.4 %


Noticia publicada por TSF Radio Noticias el 01/08/2009: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portug ... id=1323068

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02 Ago 2009 11:28
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
La campaña de Portugal arranca con un aluvión de debates


El socialista José Sócrates batalla para renovar su mandato el 27 de septiembre


Un aluvión de debates televisados, diez en diez días, entre los cinco principales candidatos ha colocado a Portugal en plena campaña para las legislativas del próximo 27 de septiembre, a pesar de que, oficialmente, faltan ocho días para el pistoletazo que dará inicio a la guerra propagandística. Frente a frente, en turnos de dos, los líderes y candidatos de los cinco partidos con representación parlamentaria (tres de izquierda y dos conservadores) se ven las caras cada noche en hora de máxima audiencia. En algún caso, la política desplazará al fútbol. Algo inaudito.

Abrieron el fuego el miércoles el primer ministro y candidato del Partido Socialista (PS), José Sócrates, y el aspirante del derechista Centro Democrático Social-Partido Popular (CDS-PP), Paulo Portas. No fue un debate de guante blanco, que en más de una ocasión adquirió el tono de una jaula de grillos. Los ánimos políticos están caldeados y los candidatos saben que se acabó la época de la mayoría absoluta con la que ha gobernado el PS los últimos cuatro años y medio. El resultado en las urnas se prevé ajustado. Hay, pues, que arañar voto a voto, y para ello no se escatiman esfuerzos. Más o menos legítimos.

En esta "batalla preelectoral", una decisión empresarial se ha convertido en el tema que acapara la atención de políticos y los medios. La noticia se produjo cuando la cadena de televisión TVI, cuyo accionista mayoritario es el grupo PRISA -editor de EL PAÍS-, comunicó el cambio de formato del telediario de los viernes para homogeneizarlo con los informativos del resto de la semana. La decisión implicaba la salida de Manuela Moura Guedes como directora del Jornal Nacional de Sexta (telediario del viernes). Varios directivos del área de informativos de TVI dimitieron en solidaridad con la periodista. Se da la circunstancia de que el Jornal de Sexta se ha caracterizado por su crítica feroz al Gobierno socialista y, especialmente, a la figura del primer ministro, que llegó a calificar dicho telediario de periodismo travestido. Las reacciones de políticos, candidatos y comentaristas se produjeron en cadena y, en cuestión de horas, no sólo TVI y PRISA, sino "España" y "los españoles" se convirtieron en protagonistas involuntarios de la campaña electoral y del fuego cruzado entre los candidatos.

La utilización electoralista de un tema tan recurrente como la relación con España ha desplazado a los grandes temas de fondo de la campaña, que giran en torno a la crisis económica y a las iniciativas para salir de ella. Los programas de todos los partidos ponen el énfasis en la lucha contra el paro que, según las últimas cifras, llega al 9,3% (medio millón de portugueses).

Las propuestas son otro cantar. El caballo de batalla son las obras públicas, asunto que separa a los dos grandes partidos, el PS y el conservador Partido Social Demócrata (PSD), líder de la oposición. Los socialistas plantean hacer realidad el tren de alta velocidad que ligue Portugal a Europa con las líneas Oporto-Vigo y Lisboa-Madrid para 2013, y Lisboa-Oporto en 2015. Asimismo, proponen un tercer puente sobre el río Tajo en Lisboa, un nuevo aeropuerto en la capital y continuar el plan de carreteras, para modernizar el país y crear empleo. El PSD propone lo contrario -suspender el AVE y revisar las concesiones de carreteras y el calendario para el nuevo aeropuerto-, por considerar que, en las actuales circunstancias, es un despilfarro.

Enlace: http://www.elpais.com/articulo/internac ... iint_6/Tes

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Cualquier sueño que merezca la pena soñarse es un sueño que merece la pena luchar


05 Sep 2009 19:23
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
El AVE enfrenta a los dos principales candidatos a las legislativas en Portugal

La conservadora Ferreira Leite critica al primer ministro Sócrates por considerar a su país "como una provincia española"


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El primer ministro socialista luso, José Sócrates, y la líder conservadora, Manuela Ferreira Leite, en un momento del debate en televisión.


El tren de alta velocidad (AVE) entre España y Portugal ha enfrentado este viernes en un debate al primer ministro socialista luso, José Sócrates, y a la líder conservadora, Manuela Ferreira Leite, que prometió suspender el proyecto e insistió en que su país "no es una provincia española".

La conexión de alta velocidad con España produjo uno de los momentos más tensos en el debate electoral en televisión entre los líderes de los dos principales candidatos a las elecciones generales del próximo día 27 en Portugal, en las que el partido Social Demócrata (PSD) de Ferreira Leite aspira a suceder al actual Gobierno socialista.

La líder de la oposición ha señalado que no le gusta "que los españoles se metan en la política portuguesa" y ha justificado el interés de España por que el tren de alta velocidad llegue a Portugal a que, de ser así, recibirá más fondos de la Unión Europea. Sócrates, defiende en cambio las "inversiones en las redes de alta velocidad" para ayudar a superar la crisis y ha criticado que la candidata de la oposición esté dispuesta a faltar a su palabra con España y echarse atrás en un proyecto que respaldó cuando era ministra en 2003.

Ferreira Leite ha insistido en que si llega al Gobierno suspenderá "inmeditamente todas las inversiones en esta materia" y ha subrayado que ella se debe a los intereses de los ciudadanos portugueses "y no a los españoles".


Noticia sacada por El País: http://www.elpais.com/articulo/internac ... uint_1/Tes

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13 Sep 2009 01:42
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
Los dos Portugal, cara a cara

El socialista José Sócrates y la conservadora Manuela Ferreira Leite, rivales en las elecciones del día 27, representan las visiones políticas opuestas del país


"Son tan parecidos como los polos opuestos de una batería", opina la revista Visao en un amplio reportaje sobre los dos principales candidatos de las elecciones legislativas portuguesas del 27 de este mes. El abismo entre el socialista José Sócrates (actual primer ministro) y la conservadora Manuela Ferreira Leite, líder de la oposición, es más profundo que los 17 años de diferencia entre ambos. Él acaba de cumplir 52 años; ella tendrá 69 en diciembre. En esta primera fase de la campaña cada uno en su papel se dedica a acentuar aquello que les separa.

Él va de colega; ella, de señora decimonónica. Él habla de un Portugal moderno, abierto y tolerante; ella, de la familia y el matrimonio como pilares de la sociedad. Él cultiva un buen aspecto físico compatible con el atractivo de la madurez; ella no parece angustiada por la imagen, para desconsuelo de sus asesores. Los caricaturistas lo tienen fácil: el progre y la facha.

En la práctica, sobre todo en política económica, las discrepancias menguan, pero estamos en campaña y hay que marcar territorio. Uno de los dos será el próximo jefe de Gobierno. Ningún otro candidato tiene posibilidades de hacerles sombra, a pesar de que hay tres (Jerónimo de Sousa, del Partido Comunista; Francisco Louçá, del Bloco de Esquerda, y Paulo Portas, del Partido Popular) que obtendrán un caudal de votos nada despreciable que tendrá su importancia en negociaciones poselectorales. Pero estos comicios son cosa de dos, todo el mundo lo sabe, y los favoritos se dedican a plantear la contienda en estos términos.

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, candidato del Partido Socialista (PS), y Manuela Ferreira Leite, del Partido Social Demócrata (PSD), tienen orígenes, formación y trayectoria tan distintas como distante es su visión del mundo. Él tuvo un tío-bisabuelo republicano, ella tuvo un bisabuelo ministro de la monarquía. Ni en fútbol se ponen de acuerdo: él es del Benfica; ella, del Sporting. El primer ministro defiende el matrimonio homosexual y el aborto; la candidata de la oposición entiende la familia como base de procreación. Hay que hurgar para encontrar puntos en común, divorciados los dos, extremadamente sensibles a las críticas, y con radical aversión a los medios de comunicación.

Después de la fracasada revolución de abril de 1974, el PS y el PSD se han repartido sucesivamente el poder. Hasta hoy. Nunca sus líderes habían estado tan distanciados, a pesar de que Ferreira Leite es la primera mujer que dirige un partido en Portugal y aspira a la jefatura del Gobierno. La señora pertenece al sector más conservador del PSD, afín al presidente de la República, Aníbal Cavaco Silva. Sócrates, por su parte, representa el reformismo socialdemócrata vestido de modernizador. Con una personalidad más agresiva y carismática que la de su adversaria.

En los debates de precampaña, el primer ministro se ha fogueado con rivales correosos como el derechista Paulo Portas, del Partido Popular, o el izquierdista Louçá. La principal candidata de la oposición afronta una semana intensa, que concluirá el sábado, víspera del comienzo oficial de la campaña, con un cara a cara con José Sócrates, en el debate más esperado. Ferreira Leite tuvo el lunes algo más que un desliz en Madeira, del que sus rivales han sacado punta. Arropada por el presidente regional, Alberto João Jardim, un caudillo de su mismo partido que gobierna la isla desde hace 30 años, la candidata del PSD declaró que en Madeira no hay asfixia democrática, y que sí la hay en el continente. Y añadió que periodistas, empresarios y miembros de la sociedad civil portuguesa sufren algún tipo de chantaje. El Gobierno de Madeira está acusado de autoritario y falta de transparencia, y su presidente regional se caracteriza por despreciar a sus adversarios políticos.


Reportaje publicado por El País: http://www.elpais.com/articulo/internac ... iint_7/Tes

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13 Sep 2009 01:45
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Registrado: 16 Jul 2009 11:13
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
Acabou o debate e mantém-se tudo como antes, ou seja, empatados. Ainda assim, considero que o Primeiro Ministro José Sócrates esteve um pouco melhor. A líder da oposição saiu com algumas frases que podem comprometer votos, ou talvez não.

http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... idCanal=12


13 Sep 2009 16:39
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
Los sondeos dan la victoria a Sócrates sin mayoría absoluta

Portugal vota hoy con más del 20% de electores aún indecisos


Un electorado poco motivado de 9,4 millones de personas está convocado hoy a las urnas para renovar los 230 diputados del Parlamento unicameral portugués, del que saldrá el próximo primer ministro. La campaña electoral de poco ha servido para despejar las dudas de los indecisos, que algunas encuestas sitúan por encima del 20%, ni para resolver la incertidumbre sobre la estabilidad gubernamental.

Todo apunta a que el socialista José Sócrates será nuevamente el jefe de Gobierno, pero que no tendrá la mayoría absoluta de la última legislatura. Manuela Ferreira Leite, del conservador Partido Social Demócrata (PSD), ha quedado finalmente descolgada en las encuestas. Su mensaje no ha calado entre la mayoría de votantes, especialmente los más jóvenes.

Sócrates y Ferreira Leite han convertido la campaña en un asunto entre ellos dos, como si en estas elecciones no hubiera nada más en juego, olvidando que los portugueses eligen hoy a sus representantes en la Asamblea Nacional. Los dos principales candidatos han apelado al voto útil y al voto del miedo, han dibujado escenarios apocalípticos en caso de ganar el rival, y han dejado a un lado la batalla de las ideas. La candidata del PSD dedicó sus mayores esfuerzos a criticar "el despilfarro" que representan las obras públicas del Gobierno en tiempos de crisis. Los otros tres candidatos de partidos con representación parlamentaria se han empleado a fondo para no quedar reducidos a meros comparsas en la campaña. Su estrategia electoral ha tenido un elemento común: todos contra Sócrates, para evitar una nueva mayoría absoluta.

A la izquierda del Partido Socialista, el Bloco de Esquerda y el Partido Comunista, acusan al Gobierno saliente de hacer una "política de derechas", al servicio de los poderosos y de no tener sensibilidad social. Ambos partidos se sienten ninguneados por la arrogancia de Sócrates, a quien no perdonan su empecinamiento en defender el modelo de evaluación de los profesores, contra la opinión de los sindicatos.

A la cola de las cinco fuerzas políticas con representación parlamentaria, está el Partido Popular, de Paulo Portas, el más derechista de todos, cuya apuesta es arañar los votos suficientes al PSD para desplazar a los comunistas y convertirse en el cuarto partido de la Asamblea de la República. El caballo de batalla de Portas ha sido más mano dura para combatir la inseguridad.

Lejos de los cinco grandes, una decena de pequeños partidos y grupúsculos compiten en estos comicios, con escasos recursos y menor presencia en los medios de comunicación. En las elecciones europeas de junio apenas sumaron el 6% de los votos. En algunos casos tratan de compensar la pobreza de medios con la imaginación. El Movimiento Mérito y Sociedad (MMS) ha logrado notoriedad con sus carteles callejeros, en los que propone enviar a los cinco candidatos principales "a Conchinchina". El MRPP (Movimiento Reorganizativo del Partido del Proletariado), es un partido de extrema izquierda en el que militó el actual presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durão Barroso. Inasequible al desaliento, el MRPP, que dirige García Pereira, obtiene en cada elección un resultado testimonial.


Noticia sacada por El País: http://www.elpais.com/articulo/internac ... int_11/Tes

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27 Sep 2009 10:49
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Nota Re: Eleições legislativas portuguesas de 2009
Con el 99,6% de los votos escrutados en las elecciones legislativas portuguesas celebradas el 27 de septiembre de 2009 -falta por escrutar oficialmente el voto emigrante, que determinará el destino de los 4 escaños de la Asamblea de la República que quedan por designar, quelo será el 7 de octubre de 2009,-, los resultados oficiales son los siguientes:

- Partido Socialista (PS): Con el 36,56% de los votos (2.068.665 votos), obtiene 96 escaños (24 menos que en 2005).
- Partido Social Democrata (PSD): Con el 29,09% de los votos (1.646.097 votos), obtiene 78 escaños (3 más que en 2005).
- Centro Democratico Social-Partido Popular (CDS-PP): Con el 10,46% de los votos (592.064 votos), obtiene 21 escaños (9 más que en 2005).
- Bloco de Esquerda (BE): Con el 9,85% de los votos (557.109 votos), obtiene 16 escaños (8 más que en 2005).
- Coligação Democrática Unitária (CDU): Con el 7,88% de los votos (446.174 votos), obtiene 15 escaños (1 más que en 2005).


A priori, los datos electorales que se exponen hacen muy posible una nueva reedición del gobierno socialista, con José Socrates al frente, aunque lo tendrá bastante peliagudo para poder pactar con el Bloco de Esquerda -de orientación cercana al trostkismo- y a la CDU -formada por el Partido Comunista Portugues, que defiende aún la vía revolucionaria al socialismo, el Partido Ecologista "Os Verdes" y la asociación política Intervenção Democrática, de orientación socialista-, ante las enormes críticas lanzadas por estos dos partidos minoritarios de izquierdas, que consideran que el Partido Socialista ha establecido una política económica de derechas, además de que son conscientes de que son partidos opositores y no propicios a entrar en un gobierno de coalición. Por tanto, lo más lógico es que el PS de José Socrates gobierne en minoría con el apoyo puntual y exigente del Bloco de Esquerda y de la CDU comunista-ecologista.

En cuanto al resultado electoral con respecto al iberismo, el resultado debe considerarse como muy bueno, porque seguirá gobernando un gobierno que ya ha demostrado que es proclive a colaborar, cuanto más mejor, con España, facilitando la cooperación bilateral hispano-lusa, y acentuar los proyectos conjuntos, como el AVE que comunicará Lisboa y Oporto con Madrid y Vigo, respectivamente, así como entre las 2 grandes ciudades portuguesas.

Datos oficiales: http://legislativas2009.mj.pt/index.html

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